Alexandre de Moraes é escolhido como relator no STF em ação de Bolsonaro contra CPI

Mandado de segurança da AGU, em nome de Bolsonaro, pede que sejam desconsiderados a transferência do sigilo dos dados telemáticos do presidente à CPI

Douglas Portoda CNN* em São Paulo

O ministro Alexandre de Moraes foi escolhido, nesta quarta-feira (27), como relator do mandado de segurança que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) entrou no Supremo Tribunal Federal (STF) contra requerimentos da CPI da Pandemia.

A escolha de Moraes se dá por prevenção, porque o ministro já é relator de outros casos que possuem conexão com a ação de Bolsonaro.

O mandado de segurança, impetrado pela Advocacia-Geral da União (AGU), em nome de Bolsonaro, solicita que sejam desconsiderados os pedidos feitos pela CPI de transferência do sigilo dos dados telemáticos do presidente — de abril de 2020 até o momento — à PGR e ao Supremo.

Os senadores aprovaram ainda um pedido para que o presidente tenha o acesso bloqueado por tempo indeterminado às suas redes sociais, após a divulgação de uma notícia falsa, em sua live semanal, que associava a vacinação contra a Covid-19 à Aids. A AGU considera que a medida é “ilegal” e “arbitrária”.

O relatório oficial da CPI, elaborado pelo senador Renan Calheiros (MDB-AL), foi aprovado na terça-feira (26), por 7 votos a 4. Nele, o presidente da República é citado por mais de 80 vezes, em dez artigos criminais.

Bolsonaro é acusado de: epidemia com resultado morte, infração de medida sanitária preventiva, charlatanismo, incitação ao crime, falsificação de documento particular, emprego irregular de verbas públicas, prevaricação, crimes contra a humanidade, nas modalidades extermínio, perseguição e outros atos desumanos, violação de direito social e incompatibilidade com dignidade, honra e decoro do cargo.

A AGU afirma que, por ser presidente da República, Bolsonaro “não pode ser investigado no âmbito de CPI’s ou de qualquer outra Comissão Parlamentar, seja a que título for”.

Os membros da cúpula da CPI entregaram ao procurador-geral da República, Augusto Aras, e a Alexandre de Moraes, nessa quarta-feira, cópias do relatório oficial. Como Bolsonaro é uma autoridade com foro privilegiado, cabe à Procuradoria-Geral da República (PGR) analisar e realizar seu indiciamento.

(*Com informações de Daniela Lima, da CNN)

FONTE: CNN BRASIL EDIÇÃO: REDAÇÃO GRUPO M4

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Banco Central eleva Selic pela sexta vez seguida, e taxa básica de juros vai a 7,75%

Prédio do Banco Central, em Brasília

Pressionado pela escalada incessante da inflação e pela manobra do governo para alterar a regra do teto de gastos – rompendo assim a âncora fiscal do País -, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central acelerou novamente o ritmo de elevação da Selic (a taxa básica de juros) nesta quarta-feira, com alta de 1,50 ponto porcentual, de 6,25% para 7,75% ao ano.

A última vez que o Copom tinha aumentado a Selic em mais de 1 ponto porcentual foi em dezembro de 2002, quando a taxa passou de 22,00% para 25,00%.

SÃO PAULO E BRASÍLIA – Pressionado pela escalada incessante da inflação e pela manobra do governo para alterar a regra do teto de gastos – rompendo assim a âncora fiscal do País -, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central acelerou novamente o ritmo de elevação da Selic (a taxa básica de juros) nesta quarta-feira, com alta de 1,50 ponto porcentual, de 6,25% para 7,75% ao ano.

Banco Central

O movimento desta quarta-feira foi o sexto aumento consecutivo dos juros, após o BC cortar a taxa básica à mínima histórica (2,0%) em meio à pandemia de covid-19. Nas cinco reuniões anteriores, o BC havia subido a taxa em 0,75 p.p. em três ocasiões e em 1 p.p. nos encontros de agosto e setembro.

Com a decisão de hoje, a Selic está no maior patamar desde outubro de 2017, quando estava em um ciclo de afrouxamento após alcançar 14,25% em meio à crise de 2015 e 2016.

É, portanto, o maior nível dos juros básicos da economia do governo Bolsonaro. Quando o presidente chegou ao poder, a taxa Selic estava em 6,50%.

A decisão de hoje era esperada pela maior parte do mercado financeiro. Após as manobras anunciadas pelo governo no teto de gastos para bancar o aumento do Bolsa Família e a surpresa de alta com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15) de outubro, 32 de 38 instituições consultadas pelo Projeções Broadcast apostavam em aumento de 1,5 p.p. na taxa Selic, para 7,75%.

Duas esperavam alta de 1,75 ponto, para 8,0%, e outras duas previam avanço de 1,25 ponto, a 7,50%. Havia ainda uma casa que acreditava que a Selic subiria a 8,25% e outra que esperava aumento de 3,0 pontos porcentuais, a 9,25%.

Com o último movimento de aperto monetário, o Brasil voltou a ter a maior taxa de juros real (descontada a inflação) do mundo, considerando as 40 economias mais relevantes. Cálculos do site MoneYou e da Infinity Asset Management indicam que o juro real brasileiro está agora em +5,96% ao ano. Na segunda e terceira posições, aparecem a Rússia (4,77%) e a Turquia (3,46%). A média dos 40 países considerados é de -0,96%.

FONTE: ISTOÉ EDIÇÃO: REDAÇÃO GRUPO M4

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Maduro chama Bolsonaro de ‘irresponsável’ após declarações sobre vacinas e a Aids

Venezuelano disse que o presidente brasileiro é ‘desprestigiado’

EFE/EPA/Miraflores Press | Maduro afirmou ainda que Bolsonaro comete 'loucuras contra o povo brasileiro, contra a humanidade e contra a Venezuela'

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, criticou as recentes declarações do presidente Jair Bolsonaro a respeito da relação entre a vacinação contra a Covid-19 e a Aids. Nesta terça-feira, 26, o venezuelano chamou o mandatário brasileiro de “imbecil”, “palhaço” e “irresponsável” e disse que o político comete “loucuras contra o povo brasileiro, contra a humanidade e contra a Venezuela”. “O imbecil do Jair Bolsonaro no Brasil… imbecil, palhaço, disse ontem uma estupidez típica de alguém de direita, desprestigiado. […] Ele disse que as vacinas contra o coronavírus, quando aplicadas, causavam Aids”, declarou o venezuelano em discurso transmitido pela emissora estatal “Venezolana de Televisión”. “Bolsonaro, todos os dias, passa seu tempo falando mal da Venezuela, em vez de se dedicar a governar e atender o povo. O Brasil atingiu 600 mil mortes pelo coronavírus”, completou.

FONTE: JOVEM PAM EDIÇÃO: REDAÇÃO GRUPO M4

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Flávio Bolsonaro afirma que CPI é o maior atestado de idoneidade do governo’

O maior escândalo que foi levantado aqui é de uma vacina que não foi comprada”, afirmou em referência à vacina indiana Covaxin

Constança Rezende, Mateus Vargas e Renato Machado
BRASÍLIA, DF

O senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ), filho mais velho do presidente da República, afirmou nesta terça-feira (26) que a CPI da Covid teve o objetivo de antecipar o debate eleitoral e que não conseguiu provar nenhuma irregularidade do governo.

“Essa CPI é o maior atestado de idoneidade do governo Bolsonaro. O maior escândalo que foi levantado aqui é de uma vacina que não foi comprada”, afirmou em referência à vacina indiana Covaxin. No entanto, o contrato de compra da imunização, intermediado pela Precisa Medicamentos, apenas foi rompido após o avanço das investigações da comissão que apontaram irregularidades no negócio.

Flávio afirmou que o Brasil se saiu bem no enfrentamento da pandemia, melhor do que “vários países do primeiro mundo”. Repetiu argumento frequente de seu pai, que afirma que a política do “fique em casa”, em defesa do distanciamento social, afetou negativamente a economia do país.

O senador também disse que o relatório da CPI é “totalmente político”. Também disse que o documento tem um forte caráter de vingança, por ter chamado Renan Calheiros de “vagabundo” durante uma sessão do colegiado. Também disse que seu pai não disseminou fake news ao associar a vacina contra a Covid-19 à Aids. Apenas leu uma reportagem publicada na imprensa.

FONTE: JORNAL DE BRASÍLIA EDIÇÃO: REDAÇÃO GRUPO M4

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Gripe aviária na China evidencia o risco de mutações, dizem especialistas

País relatou 21 infecções humanas neste ano, em comparação com somente cinco no ano passado

Criação de frango em Xiangyang, ChinaReuters

Um salto no número de pessoas infectadas com gripe aviária na China neste ano está aumentando a preocupação entre os especialistas, que dizem que uma cepa que circulava anteriormente parece ter mudado e pode ser mais infecciosa para as pessoas.

A China relatou 21 infecções humanas com o subtipo H5N6 da gripe aviária em 2021 para a Organização Mundial da Saúde (OMS), em comparação com apenas cinco no ano passado.

Embora os números sejam muito menores do que as centenas de infectados pelo H7N9 em 2017, as infecções são graves, deixando muitos em estado crítico e pelo menos seis mortos.

“O aumento de casos humanos na China este ano é preocupante. É um vírus que causa alta mortalidade”, disse Thijs Kuiken, professor de patologia comparativa do Erasmus University Medical Center, da Holanda.

A maioria dos casos teve contato com aves, e não há casos confirmados de transmissão entre humanos, disse a OMS, que destacou o aumento dos casos em comunicado no início do mês.

A entidade informou que mais investigações são “urgentemente” necessárias para entender o risco e o aumento de disseminação para as pessoas.

Desde então, uma mulher de 60 anos na província de Hunan foi hospitalizada em estado grave com a gripe H5N6 em 13 de outubro, de acordo com o governo de Hong Kong.

Embora casos humanos de H5N6 tenham sido relatados, nenhum surto de H5N6 foi registrado em aves domésticas na China desde fevereiro de 2020.

O país é o maior produtor mundial de aves e o maior produtor de patos, que atuam como reservatórios para os vírus da gripe.

O Centro Chinês para Controle e Prevenção de Doenças (CDC) não pôde ser contatado para comentar o aumento de casos humanos de H5N6.

No entanto, um estudo publicado em seu site no mês passado mostra que “o aumento da diversidade genética e distribuição geográfica do H5N6 representa uma séria ameaça ao setor avícola e à saúde humana”.

A China vacina as aves contra a gripe aviária, mas a vacina usada no ano passado pode proteger apenas parcialmente contra vírus emergentes, evitando grandes surtos, mas permitindo que o vírus continue circulando, disse Filip Claes, coordenador do laboratório regional do Centro de Emergência para Doenças de Animais na Organização para Alimentos e Agricultura.

O Ministério da Agricultura e Assuntos Rurais da China também não respondeu a um pedido de comentário.

FONTE: CNN BRASIL EDIÇÃO: REDAÇÃO GRUPO M4

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MISÉRIA

Famílias afegãs vendem suas filhas para não morrerem de fome

Os compradores pagaram entre US$ 2.800 e US$ 3.350 pelas meninas para os futuros casamentos

Uma criança afegã segura espigas de milho em um campo no distrito de Panjwai | Foto: Javed TANVEER / AFP

Desde que seu marido disse a Fahima que eles deveriam vender suas duas filhas para que a família não morresse de fome depois de ser deslocada pela seca no oeste do Afeganistão, sua esposa não parou de chorar. 

Farishteh, de seis anos, e Shokriya, de um ano e meio, sorriem com o rosto cheio de lama ao lado da mãe em sua casa de barro coberta com lonas perfuradas, sem saber que foram dadas em troca de dinheiro às famílias de seus futuros maridos, também menores de idade.

Seus compradores pagaram cerca de US$ 3.350 pela mais velha, e US$ 2.800, pela mais nova.

Assim que o valor total for pago, o que pode levar anos, as duas meninas terão de se despedir de seus pais e deste campo para deslocados internos em Qala-i-Naw, capital da província de Badghis, onde a família, originária de um distrito vizinho, encontrou refúgio.

Milhares de famílias deslocadas da região, uma das mais pobres deste país da Ásia Central, vivem esta trágica história. A maioria fugiu da seca que assola suas localidades de origem.

Em acampamentos de refugiados e vilarejos, os jornalistas da AFP identificaram pelo menos 15 famílias forçadas a proceder dessa forma por quantias de US$ 550 a US$ 4.000 para sobreviver. 

A prática é generalizada. Os responsáveis pelos acampamentos e aldeias contabilizaram dezenas de casos desde a seca de 2018, um número que aumentou com a de 2021. 

A família de Sabehreh, de 25 anos, vizinha de Fahima, pegou comida fiado em uma mercearia. O proprietário ameaçou "prendê-los", se não pagassem.

Para pagar suas dívidas, a família vendeu Zakereh, de três anos, que se casará com Zabiullah, filho do dono da mercearia, de quatro anos. A menina não suspeita de nada. Enquanto isso, o pai de seu futuro marido decidiu esperar até que ela tivesse idade suficiente para levá-la com eles. 

"Não estou feliz por ter feito isso, mas não temos nada para comer nem beber (...). Se continuar assim, (também) teremos que vender nossa filha de três meses", desespera-se Sabehreh. 

"Muitas pessoas estão vendendo suas filhas", diz outro vizinho, Gul Bibi, que vendeu sua filha Asho, de oito ou nove anos, para um homem de 23 anos, a quem sua família também devia dinheiro. 

Bibi teme que esse homem volte do Irã para tirá-la de seu colo. "Sabemos que isso não é certo (...), mas não temos outra opção", resigna-se.

Calvário interminável

Em outro acampamento em Qala-i-Naw, Mohammad Assan enxuga as lágrimas enquanto mostra fotos de suas filhas Siana, de nove anos, e Edi Gul, de seis, que partiram com seus respectivos maridos jovens.

"Nunca mais as vimos. Não queríamos fazer isso, mas tínhamos que alimentar as outras crianças", explica Assan.

"As minhas filhas estão certamente melhores lá, com comida", tenta se consolar, antes de mostrar os pedaços de pão que os vizinhos compartilham com sua família, sua única refeição do dia.

Assan, que também tem de pagar pelos cuidados de sua esposa doente, continua endividado. Há poucos dias, começou a procurar um comprador para sua filha de quatro anos.

"Alguns dias fico louca, saio da barraca e não me lembro bem para onde estou indo", disse sua esposa, Dada Gul, sentada na tenda esfarrapada. 

É uma provação sem fim para as mães: a decisão de vender sua filha, a espera até sua partida, muitas vezes por anos, até que as filhas tenham 10 ou 12 anos. E, então, a separação. 

Rabia, uma viúva de 43 anos também desalojada pela seca, está fazendo o possível para adiar o terrível prazo. Sua filha Habibeh, de 12 anos, vendida por cerca de US$ 550, deveria ter partido há um mês, mas a mulher implorou à família de seu futuro marido que esperasse mais um ano. 

"Eu quero ficar com minha mãe", sussurra a adolescente, com olhos tristes.

Rabia compraria sua filha de volta, se ela "tivesse algo para comer e beber".

Mas ela e seus três filhos mal têm do que viver. Seu filho de 11 anos trabalha em uma padaria por meio dólar por dia, e o de 9 anos coleta lixo por 30 centavos.

"Meu coração está partido (...), mas tinha que salvar meus filhos", justifica Rabia. 

"Nos acampamentos, você come com alguns centavos por dia, que ganhamos mendigando, ou empurrando um carrinho de mão. Nós nos perguntamos como vamos sobreviver no próximo inverno", lamenta a mãe.

Esses casamentos "se devem a problemas econômicos, não é uma norma imposta" pelo Talibã, ressalta o governador em exercício de Badghis, Malawi Abdul Sattar, em conversa com a AFP.

A idade mínima legal para as meninas se casarem era de 16 anos no governo anterior, antes de o Talibã assumir o poder em agosto. 

De acordo com um relatório do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) de 2018, 42% das famílias afegãs têm uma filha que se casa antes dos 18 anos. A principal motivação é econômica, porque o casamento é visto, muitas vezes, como um meio de garantir a sobrevivência de uma família. 

As meninas que se casam cedo podem, no entanto, ser expostas a sérios riscos: desde um parto complicado até violência doméstica.

FONTE: O TEMPO EDIÇÃO: REDAÇÃO GRUPO M4

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Tabata Amaral entra com queixa-crime contra Eduardo Bolsonaro no STF

Dias Toffoli é o ministro responsável por avaliar o pleito da parlamentar. Filho do presidente afirmou que Tabata teria ligação com suposto dono da P&G

(crédito: Câmara dos Deputados/Divulgação )

A queixa-crime apresentada pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) no Supremo Tribunal Federal (STF) começou a tramitar na segunda-feira (26/10). A parlamentar acusa o filho 02 do presidente, o também deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), de difamação.

Eduardo fez publicações nas redes sociais nas quais afirma que Jorge Paulo Lemann, um dos homens mais ricos do Brasil, teria ligação com a empresa de produtos de higiene P&G e que, por isso, a deputada teria apresentado o projeto de gratuidade de absorventes, fortalecendo o “lobby” com o empresário.

Contudo, Tabata nega as acusações e afirma que, além de não ter ligação com Lemann, o empresário não é da P&G. Nas redes sociais, a parlamentar compartilhou uma notícia na qual falava sobre o caso.

“Não podemos tolerar que as mentiras guiem o debate público, sobretudo quando envolvem lutas essenciais, como o combate à pobreza menstrual!”, escreveu no Twitter.

FONTE: CORREIO BRAZILIENSE EDIÇÃO: REDAÇÃO GRUPO M4

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